Número de Localização Global (GLN): Código numérico de 13 dígitos que identifica localizações, funções e operações de negócios, com ampla adoção pela GS1, que abrange mais de 2 milhões de empresas e 100 milhões de produtos com códigos de barras padronizados.
A Prova de Conceito Avaliativa (EPoC)
O CBP e o grupo de trabalho interagências estão conduzindo esta prova de conceito para testar e identificar a melhor combinação desses identificadores na identificação precisa da propriedade e das localizações específicas das entidades na cadeia de abastecimento. Durante o teste, os participantes deverão enviar os três identificadores (fabricante, vendedor e expedidor) via Interface Automatizada do Corretor. O envio dos identificadores de distribuidor, exportador e embalador será opcional, e o MID continuará sendo aceito até a conclusão da avaliação.
O teste será realizado em dez países, entre eles China, Austrália, Canadá, Reino Unido, França, México, Itália e Cingapura, e envolverá seis categorias de produtos: álcool, dispositivos médicos, itens pessoais, frutos do mar, brinquedos e produtos devolvidos dos EUA.
Implicações para o Brasil
Embora o Brasil não esteja listado entre os países participantes do teste inicial, as lições e tecnologias dessa iniciativa podem ser aplicadas no mercado brasileiro para aumentar a eficiência e a transparência do comércio exterior nacional. A adoção do GBI pode fortalecer o monitoramento e a rastreabilidade de produtos importados e exportados, além de auxiliar no combate à fraude e no cumprimento das normas regulatórias.
Como Participar
Empresas brasileiras que atuam no comércio internacional podem se antecipar e obter seu LEI.A implementação do Identificador Global de Negócios (GBI) representa um avanço significativo para a modernização e a eficiência do comércio internacional, incluindo o mercado brasileiro. Ao promover a identificação única e confiável das entidades e suas operações na cadeia de abastecimento, essa iniciativa pode reduzir custos, agilizar processos e aumentar a transparência, trazendo benefícios tanto para empresas quanto para órgãos reguladores. Embora o Brasil ainda não participe diretamente do teste inicial, a adaptação e adoção dessas tecnologias podem fortalecer a competitividade do país no comércio global, incentivando um ambiente mais seguro e eficiente para todas as partes envolvidas. Por isso, é fundamental que empresas brasileiras com atuação internacional se preparem e considerem a obtenção do LEI, acompanhando as transformações que o GBI promete trazer para o futuro do comércio.